...quase todo dia uma pequena viagem...
 

sexta-feira - 13 de dezembro de 2002

Depois do sono...



Belo amanhacer, mas ainda mais bela minha cama vazia. Deixada para trás.



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sábado - 07 de dezembro de 2002

Plágio...



Jogo para casais...

Se separam. Perde quem tiver mais memória.

Tirado do: Alexandre Soares Silva



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terça-feira - 03 de dezembro de 2002

Hoje...



Hoje de novo, nada. Correram apenas as horas. E enquanto o tempo passava, respirava, andava e seguia, até agora que realizo o final de tudo, fechando os olhos, sonhando.



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sexta-feira - 29 de novembro de 2002

Livros...



Certos livros e minha imensa vontade de não fazer nada por vezes me deprimem. Pior ainda é ter metade da frente do seu sapato completamente descosturada. Queria apenas uma praia isolada, mas sem ser muito longe.



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quinta-feira - 28 de novembro de 2002

Qualquer dia desses tive um sonho...



oncamera.blogger.com.br Era mais ou menos essa foto, e com certeza o sonho se inspirava nela. Mas era mais clautrofóbico. Um prédio, qualquer prédio, onde todas as janelas estavam voltadas não para o horizonte, mas só se viam mais paredes do mesmo prédio. Causou enorme disconforto e pensando sobre o sonho, milhares de associações. Lugares que passei, com maior ou menor frequência, locais de trabalho de alguns conhecidos, ou moradia de outros. As mesma desordem urbana que faz pulsar a mim e a tantos outros, aos poucos sufoca.

Era como estar dentro de um dos piores projetos arquitetônicos de Copacabana. Nada mais agressivo do que a densidade absurda da "princesinha do mar". Cada palmo livre no chão, tem de corresponder a vários metros, suspensos pelo concreto. Não se pode ver a frente, tendo que ser erguido um novo bloco, mais moradores.

Ao invés de calçadas, carros, ao invés de praças, vagas. Nem mais o romântico bondinho de Santa Tereza parece ter sentido no Rio Contemporâneo. Substituido, ainda que não completamente, por microônibus coloridos e por kombis e seu disconforto. Cruzando o túnel da Rua Alice e subindo mais ladeiras até encontrar os trilhos cravados no asfalto, sinto uma saudade impossível, dos tempos que não vivi, da cidade que não conheci. Restam-me apenas fotografias amareladas que vejo de tempos em tempos. De hoje em dia, apenas a memória dos modernos habitantes, pendurados nos mesmos bondes de outros tempos.

Da cidade antiga, o que resta vejo aos poucos ser destruido. Uma casa antiga cai e torna-se um "grande lançamento".

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  • A foto é de André Arruda e foi tirada a mais de dez anos na escadaria ao lado do antigo cinema Ricamar, na av. Nossa Senhora de Copacabana.

Hoje o Cinema virou o "shopping cultural" Sesc-Rioarte, abrigando a Sala Baden Powell



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terça-feira - 10 de setembro de 2002

Apenas hoje...



Apenas uma luz acessa em casa quando chego. Mas até essa logo se acaba e as únicas que restam, são as que eu mesmo acendo. Tantos assuntos, acontecimentos, mas qual o sentido de tudo se não contar, fazer interessante um dia passado.

Mesmo que exclusivamente feito de fatos reais, é bom fazer de cada dia um pequeno conto literário. Pontilhando de pensamentos soltos, abrindo-se por assuntos, entremenado-se por entre palavras até achar frases certas. Deveria confiar mais em mim mesmo, para auto-confidenciar-me. Impossível.

Ouvidos, mesmo que telefônicos, preenchem um certo vazio. Uma incerteza de aceitação de si pelo mundo. Não que contar faça alguém pleno, mas causa conforto. Mas quando tudo é silêncio, restam teclas. As que mandam letras para a tela, e outras que mandam diretamente ao papel. Verdadeiramente pessoal é uma máquina de escrever, mas por pessoalidades demais por ninguém lidas, mergulha-se em vicioso ciclo, triste. Ou apenas, sozinho com fontes de energia elétrica, coisas sem vida.



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quarta-feira - 04 de setembro de 2002

Fronteiras



Encaminhando-me para o mundo dos sonhos, antes, passei pela realidade. Abri-me, sincero, tornei consciente ao outro o que eram apenas meus pensamentos. Mas das técnicas de me expor, tenho grande domínio, ainda assim, vejo apenas o pouco que deixa transparecer dos outros. E com o que sinto, solto, certa força, me comprime o peito.

São apenas os anseios, que me governam e cruzam fronteiras entre o dito e o não dito, entre metades e por inteiro. E entre detalhes e os pormenores.



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